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			<title><![CDATA[9 dúvidas sobre Seguro de Vida]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=Seguro_de_Vida"><![CDATA[Seguro de Vida]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000E"><div><header aria-label="Conteúdo"><div><span class="fs12lh1-5">Você já pensou em fazer um seguro de vida? Essa modalidade de apólice gera muitas perguntas justamente por se tratar de um bem valioso e imensurável: a vida. É por isso que esse produto é tão importante. Foi pensando nas dúvidas sobre seguro de vida que preparamos esse artigo.</span><br></div></header></div><h6 class="imHeading6">1 – O que é o seguro de vida?</h6><div>O seguro de vida é um produto comercializado por uma seguradora e autorizado, fiscalizado e regularizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ele tem por objetivo proteger e garantir que uma família não sinta os impactos financeiros após a morte de um de seus provedores.</div><h6 class="imHeading6">2 – Por que contratar um seguro de vida?</h6><div>Ao contratar um seguro de vida é preciso ter em mente que esse não é um produto desnecessário. Trata-se de uma segurança tanto para você quanto para a sua família. Imprevistos acontecem o tempo inteiro e estar precavido é pensar não só na sua saúde física, mas também financeira. Encare o seguro de vida como um investimento a longo prazo.</div><h6 class="imHeading6">3 – Quais os tipos de cobertura existentes?</h6><div>Como todo seguro, o de vida também oferece uma cartela de possibilidades de coberturas e serviços. O importante é conhecer cada um deles e descobrir qual atenderá melhor às suas necessidades. As apólices de seguro de vida normalmente possuem as seguintes opções de cobertura:</div><div><ul><li>Morte;</li><li>Morte por Acidente;</li><li>Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA);</li><li>Invalidez Permanente Total por Acidente (IPTA);</li><li>Invalidez Permanente por Acidente Majorada (IPAM);</li><li>Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD);</li><li>Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD);</li><li>Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas (DMHO);</li><li>Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);</li><li>Diárias por Internação Hospitalar (DIH);</li><li>Doenças Graves (DG).</li></ul></div><h6 class="imHeading6">4 – Quem escolhe o beneficiário do seguro de vida?</h6><div>Quem decide quem será o beneficiário do seguro é o próprio segurado. Aliás, não há necessidade de ser apenas uma pessoa. A indenização pode ser repartida para vários beneficiários e o segurado pode inclusive escolher a quantidade de dinheiro que vai ficar para cada um. Os nomes devem ser indicados no fechamento do contrato, mas é possível alterá-los enquanto a apólice estiver válida.</div><h6 class="imHeading6">5 – É possível contratar um seguro quando há uma doença pré-existente?</h6><div>Sim, porém o valor da apólice será mais alto. Isso ocorre porque o risco que o segurado corre é muito maior. Desse jeito também são maiores as chances do seguro ser acionado.</div><h6 class="imHeading6">6 – O seguro de vida só pode ser usado em caso de óbito?</h6><div>Não. Como já te contamos anteriormente, o seguro de vida também possui cobertura para tratamentos, despesas e gastos com a saúde. A seguradora pode ser acionada em casos de doenças graves – como o câncer, por exemplo -, afastamento do trabalho por causa de enfermidades, acidentes – graves ou não – e outros problemas que envolvam a saúde do segurado.</div><h6 class="imHeading6">7 – Existe uma idade mínima e máxima para a contratação do seguro de vida?</h6><div>Boa parte das seguradoras estipula os 65 anos como a idade máxima para a contratação de um seguro de vida. Outras possuem produtos específicos para idosos de até 80 anos. A idade mínima varia de seguradora para seguradora. Algumas estipulam 14 anos e outras 16 anos como o mínimo para a adesão ao serviço.</div><h6 class="imHeading6">8 – Todas as profissões são cobertas pelo seguro de vida?</h6><div>Infelizmente não. Os seguros de vida não aceitam algumas profissões que são consideradas de risco. Entre elas estão: agente penitenciário, garimpeiro, mergulhador, policial e montador de andaimes.</div><h6 class="imHeading6">9 – Qual é o valor ideal da indenização?</h6><div>É bem complicado falar em valor ideal da indenização quando o assunto é a vida. Até porque ela é algo muito mais complicado de calcular e envolve muito mais do que valores financeiros. Porém, ao contratar um seguro de vida é possível calcular uma quantia de indenização baseada no estilo de vida, dos dependentes e nas coberturas de despesas do dia a dia até que todos os membros familiares consigam reestruturar a vida. &nbsp;</div><div>É importante ter em mente que o seguro de vida é um produto personalizável. Antes mesmo de fechar o seu negócio, é essencial conversar com o corretor para que ele entenda as suas necessidades e faça uma apólice que garanta a sua segurança e a tranquilidade da sua família.</div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Se ainda ficou alguma dúvida, venha conversar com a gente.</b></span></div></div>]]></description>
			<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 19:55:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[Seguro Residencial vale a pena?]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=Seguro_Residencial"><![CDATA[Seguro Residencial]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000D"><div>Seguro contra incêndio residencial: vale contratar um?</div><div><br></div><div>Você sabia que algumas coberturas podem ser mais importantes do que outras? Esse é o caso do seguro contra incêndio residencial. &nbsp;</div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Quer saber mais sobre isso? Então continue a leitura.</b></span></div><div><br></div><h6 class="imHeading6">O que é o seguro contra incêndio residencial?</h6><div>O seguro contra incêndio residencial é uma das coberturas básicas de qualquer apólice que visa proteger um imóvel. Além de danos causados pelo fogo, esses produtos oferecem serviços fundamentais como o resguardo em caso de queda de raios e explosões. Mas o que faz o seguro contra incêndio residencial ganhar uma atenção especial mesmo sendo uma cobertura básica e obrigatória?</div><div><br></div><div>É importante lembrar que os danos causados pelo fogo prejudicam não só os bens materiais como móveis e eletrodomésticos. Mas também comprometem toda a estrutura do imóvel. Os resultados de um incêndio podem ser muito perigosos para vigas, concretos e tijolos. Além, é claro, de toda a carcaça que mantém a casa ou o prédio em pé. O seguro contra incêndio residencial garante que o imóvel e os moradores fiquem tranquilos mesmo que o fogo seja interno ou externo ou que tenha causas acidentais ou criminosas. Isso quer dizer que se a casa for totalmente comprometida durante um incêndio, os moradores serão realocados. Então, desta forma, eles poderão aguardar, sem custo algum, até que o imóvel seja recuperado.</div><div><br></div><div>Além da estrutura física, o seguro contra incêndio residencial também protege todos os outros bens do imóvel atingido. Isso quer dizer que todos os móveis, eletrodomésticos e bens de valores serão ressarcidos caso sejam perdidos para o fogo. Por isso a apólice garante que a situação de um incêndio seja menos traumática e o prejuízo seja menor.</div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Como funciona o seguro contra incêndio residencial em apartamentos?</b></span></div><div> </div><div><br></div><div>Como contamos no artigo “Seguro apartamento e seguro condomínio: qual a diferença?”, todas as edificações são obrigadas a terem um seguro condomínio. Assim como o seguro residencial, essa modalidade de apólice tem como serviço básico a proteção contra incêndios, queda de raios e explosões. Porém, a diferença é que nesses casos o seguro residencial só abrange as áreas comuns do condomínio. Então, para proteger o apartamento destes incidentes, é preciso contratar uma apólice voltada para o imóvel. É por isso que nestes casos é importante a escolha do seguro contra incêndio residencial.</div><div><br></div><div>O produto específico para apartamentos e unidades de habitação garante a segurança não só contra incidentes envolvendo fogo, raios e explosões. Ele também protege de desastres naturais, problemas elétricos e hidráulicos e outras dificuldades que podem surgir no dia a dia.</div><div><br></div><div>Muito mais do que ser apenas um seguro contra incêndio residencial, a apólice voltada para proteger imóveis é um produto personalizável. Por isso mesmo é essencial uma corretora de seguros de confiança que entenda e compreenda a sua demanda. Isso faz com que a sua apólice seja mais completa possível e que o seu seguro residencial proteja o seu lar e a sua família.</div></div>]]></description>
			<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 19:51:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[6 Motivos para contratar um Corretor de Seguros]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=Corretor_de_Seguros"><![CDATA[Corretor de Seguros]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000C"><div><span class="fs12lh1-5"><b>O seguro</b></span> – seja ele de vida, para proteger o automóvel ou para a residência – é um produto muito importante e necessita de muito cuidado na hora da sua contratação. É importante encontrar uma corretora de confiança para oferecer o melhor serviço. Mas se já existe a empresa que comercializa a produto, o corretor de seguros é importante na hora de adquirir a minha apólice?<br></div><div><br></div><div>Bom, antes de te explicarmos a importância desse profissional, vamos te mostrar o que é uma corretora de seguros. Como contamos no artigo “Descubra a diferença entre corretora e seguradora”, uma corretora é a empresa autorizada a comercializar apólices de diferentes seguradoras. Desse jeito é possível oferecer várias opções de serviços e preços ao consumidor. A empresa é a responsável por acionar a seguradora quando o cliente necessitar receber a sua indenização ou se tiver algum tipo de problema.</div><div><br></div><div>E o corretor? Onde ele entra nessa história? Continue a leitura para descobrir.</div><div><br></div><div> </div><div><b><span class="fs16lh1-5 cf1 ff1">Quem é o corretor de seguros?</span></b><br></div><div> </div><div><span class="fs12lh1-5">O corretor de seguros é o profissional habilitado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e que faz toda a negociação entre cliente e seguradora. Ele é o responsável por realizar a ponte entre o que o consumidor deseja – que tipo de seguro ele busca e o que ele pretende proteger com a apólice – e o que a empresa responsável por vender o seguro oferece.</span><br></div><div><br></div><div>O corretor pode comercializar os produtos tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas e tem por princípio analisar todas as opções disponíveis no mercado e oferecer uma cartela de opções de contratos que tenham vantagens. Esses diferenciais vão desde a proteção patrimonial até em ganhos relativos ao custo-benefício. No final das contas, cabe ao consumidor, baseado nas alternativas dadas pelo corretor, escolher qual empresa, seguro e apólice atenderá melhor a sua necessidade.</div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5"><b>O corretor de seguros é importante na hora de contratar a minha apólice?</b></span></div><div> </div><div><span class="fs12lh1-5">Bom, pelo tópico acima deu para perceber que sim, né? O corretor de seguros é importante na hora de adquirir uma apólice para proteger a sua empresa, residência, automóvel, etc. Se você ainda tem alguma dúvida, separamos algumas informações sobre a importância desse profissional.</span><br></div><div><br></div><h6 class="imHeading6">1 – O corretor de seguros entende a necessidade e a demanda do cliente</h6><div>Antes de começar a montar uma apólice de seguros, o corretor de imóveis conversa – e muito – com o cliente. Isso é muito importante para que ele entenda a necessidade do consumidor. O que ele busca com a compra do produto? Quais são os bens que ele precisa proteger? Há equipamentos que necessitam de seguro? Funcionários? Familiares? O seguro é apenas para automóveis? Residência? Saber de fato todas as demandas e anseios do cliente é essencial para montar a melhor apólice e oferecer as melhores opções de produtos.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">2 – O corretor de seguros representa os interesses do cliente e não da seguradora</h6><div>Além de entender as demandas e necessidades do cliente, o corretor de seguros tem outra importância: ele representa os interesses do consumidor e não das empresas seguradoras. Isso acontece graças a independência desse profissional. Sem vínculos com as companhias de seguros, os corretores podem analisar e escolher os produtos que se adequem ao perfil daquele comprador. Até aqui já deu para perceber que o corretor de seguros é importante, né?</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">3 – O corretor de seguros atua com ética e responsabilidade</h6><div>O corretor de seguros é um profissional ético e responsável. Por isso não fique preocupado em compartilhar informações pessoais ou da sua empresa. O código de ética da profissão garante sigilo de todos os dados do cliente. Desse jeito todas as informações estão protegidas e ninguém, além do corretor e da seguradora, terá acesso às informações dadas pelo comprador.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">4 – O corretor de seguros oferece assessoria 24h / 7 dias por semana</h6><div>O corretor de seguros é importante porque ele presta assessoria ao cliente 24h, 7 dias por semana. Qualquer problema que acontecer ao seu bem e que seja coberto pela apólice de seguro, o seu corretor estará lá para você. Além disso, o profissional sempre estará pronto para informar ao cliente em casos de mudanças no contrato. O corretor também estará disponível quando o comprador precisar fazer modificações neste documento. No final das contas, o corretor é o melhor amigo de segurado e ambos precisam firmar uma parceria para que a relação seja sempre ótima. &nbsp;</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">5 – O corretor de seguros possui carteira de habilitação profissional</h6><div>O corretor de seguro só pode exercer a profissão se estiver habilitado pela Susep. Essa carteira profissional só é emitida após exame de habilitação aplicado pelo Escola Nacional de Seguro. Após a aprovação, o profissional recebe o certificado e faz o seu registro no Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor). Além disso, é preciso aguardar a análise feita pela Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), para então os documentos serem encaminhados para a Susep. Só depois eles são aprovados e a Carteira de Habilitação do Corretor pode ser emitida. Com toda essa burocracia dá para entender porque o corretor de seguros é importante, né?</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">6 – O corretor cria uma apólice de seguro personalizada e feito pensada nos anseios do cliente</h6><div>Como já falamos anteriormente, o corretor analisa todas as necessidades do cliente antes de mostrar as opções de apólice. E esse é o maior diferencial do profissional: a personalização do produto. Cada apólice feita pelo corretor é única. Ela é criada exclusivamente para atender a demanda daquele cliente ou seja os seguros não são genéricos. Além dos serviços básicos, há os adicionais que complementam a apólice. Eles fazem dela um produto ainda mais completo e perfeito para atender aquilo que o consumidor busca proteger. &nbsp;&nbsp;</div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Viu como o corretor de seguros é importante?</b></span> Graças a esse profissional, é possível encontrar produtos para garantir a segurança da sua casa, da sua família, do seu automóvel e da sua empresa. O essencial é buscar profissionais sérios, capacitados e, principalmente, habilitados pela Susep. Só assim você vai ter certeza que estará trabalhando com pessoas sérias e profissionais.</div><div><br></div><div>Faça agora mesmo sua cotação e tenha a melhor orientação com os serviços adequados à sua necessidade.</div></div>]]></description>
			<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 17:44:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[11 Motivos pra ter um Seguro Auto]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=Seguro_Auto"><![CDATA[Seguro Auto]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000B"><div>Você, com certeza, já ouviu falar as várias vantagens que um seguro de carro proporciona.</div><div>Mas esse é um gasto, e você não tem tanta certeza se vale a pena investir na proteção.</div><div>Pois, a seguir, listamos 11 motivos que mostram como é importante ter um seguro do carro e como simular seguro auto. Confira!</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">1. Os índices de roubos e furtos no Brasil só aumentam</h6><div>Independentemente da região em que você more, certamente estará exposto à violência diariamente.</div><div>E isso inclui roubos e furtos.</div><div>Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, um veículo é roubado a cada 1 minuto no Brasil.</div><div>E, de lá para cá, os números só aumentaram.</div><div>Em quatro anos juntos (de 2015 a 2019), o roubo de veículos chegou à marca de 1 milhão no Brasil.</div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Você não vai querer perder um veículo que acabou de comprar, não é mesmo?</b></span></div><div>Se ele tiver sido financiado, ainda pior, pois você precisará pagá-lo por muitos outros meses.</div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Já pensou ter a dívida e não ter o carro?</b></span></div><div>Ou seja, se o seu veículo for roubado, seu financiamento não será quitado.</div><div>Você continuará devendo as parcelas, a menos que você tenha um seguro do carro.</div><div>Se possuir um seguro, a seguradora vai pagar a dívida em aberto.</div><div>Mesmo quando o veículo tem anos de uso, você não vai querer perdê-lo.</div><div>O prejuízo seria grande, especialmente se você tiver que comprar um novo.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">2. Estamos constantemente expostos a acidentes</h6><div>Por mais que você seja um motorista consciente e pratique a direção defensiva, no trânsito você estará sempre exposto a outros veículos e motoristas que podem não ser tão cuidadosos como você.</div><div>Para você ter uma ideia, cerca de 400 mil pessoas são feridas em acidentes de trânsito no Brasil todos os anos.</div><div>Dessas 47 mil vão a óbito.</div><div>Por isso, é importante ter um seguro de carro.</div><div>Assim, caso alguém entre na sua frente sem dar seta, ou mesmo bata na sua traseira por distração, você estará protegido de ter que arcar com os reparos do seu carro.</div><div>Além disso, se porventura você for o responsável pelo acidente e possuir uma cobertura para terceiros, você não terá que arcar com os custos do reparo do outro veículo e muito menos pagar a franquia para que o seguro se responsabilize.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">3. Você circula muito com seu carro!</h6><div>Não importa para o quê você usa seu carro, seja para trabalhar, ir estudar ou por qualquer outro motivo.</div><div>Se você o dirige constantemente, e costuma deixá-lo parado na rua, é importante ter um seguro automóvel .</div><div>Quanto mais usamos um veículo, mais exposto ele fica a riscos de acidentes, furto ou roubo.</div><div>Além disso, ter o hábito de deixar o veículo estacionado na rua só aumenta esse risco.</div><div>Independentemente se você deixa o carro parado por uma ou duas horas, ou apenas 10 minutos.</div><div>Ao contar com um seguro auto, preferencialmente de cobertura compreensiva, você garante seu investimento e protege seu veículo de possíveis problemas.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">4. A assistência 24h pode te socorrer quando você mais precisar</h6><div>Imagine que você travou a porta do carro, saiu dele e fechou a porta, esquecendo a chave lá dentro.</div><div>Agora imagine que isso aconteceu em uma sexta-feira e você acabou de chegar ao trabalho.</div><div>Como fará para ir embora depois do expediente?</div><div>Ter um seguro de carro nessas horas é muito importante.</div><div>Caso você tenha uma cobertura mais completa poderá contar com a assistência 24 horas, solicitar um chaveiro, e resolver seu problema de maneira rápida.</div><div>Sem maiores transtornos, nem o pagamento de nenhuma franquia.</div><div>O seguro também se faz importante em outras situações.</div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Por exemplo: você está voltando para casa em um sábado de madrugada e seu carro para de funcionar.</b></span></div><div>Ao contar com um seguro neste caso, será preciso apenas que você solicite um guincho.</div><div>Então, a seguradora vai encaminhar esse auxílio para você, permitindo que o carro seja rebocado.</div><div>O mesmo acontecerá se você precisar de assistência mecânica, sofrer pane elétrica, pane seca ou outros.</div><div>Contando com os serviços de assistência 24 horas, a seguradora vai te auxiliar nas mais variadas emergências.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">5. Proteção contra fenômenos da natureza</h6><div>Se você vive em um grande centro urbano, como São Paulo, sabe que a qualquer momento uma chuva mais forte pode acontecer e promover um grande prejuízo para a cidade e o seu carro.</div><div>Alagamentos, quedas de árvores e raios, além de diferentes outros problemas de ordem natural estão ficando cada vez mais comuns.</div><div>Por isso, é importante ter um seguro veicular que cubra essas situações.</div><div>Dessa forma, caso seu carro seja danificado por causa de uma enchente ou coisa do tipo, você poderá acionar o seguro, pagar a franquia e esperar que a empresa resolva todo o problema.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">6. Responsabilidade Civil – E se você bater no carro de outra pessoa?</h6><div>Por mais cautelosa que uma pessoa seja, ela nunca está livre de se envolver em um acidente.</div><div><span class="fs12lh1-5">Um segundo de distração pode ser o suficiente para que você entre com seu carro na traseira de outro veículo.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Agora pare para pensar.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">E se isso acontece e, por azar, você acaba acertando um desses carros importados caríssimos?</span><br></div><div><b class="fs12lh1-5">O conserto vai ficar uma fortuna, não é mesmo?</b><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Bom, se você tiver um seguro auto com cobertura para terceiros não precisará se preocupar com isso.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Basta acioná-lo e comunicar o sinistro, assumindo a culpa.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Então, todos os reparos necessários serão feitos pela seguradora.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">A melhor parte é que a cobertura para terceiros não possui franquia.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Ou seja, você só precisará pagá-la se tiver que reparar algo no seu carro e quiser usar o seguro para isso.</span><br></div><div><br></div><div><img class="image-0" src="https://pagottoemeiado.com.br/images/blog-carro-batida.webp"  width="600" height="305" /><br></div><div><br></div><h6 class="imHeading6">7. Você viaja de carro com frequência</h6><div>Você costuma viajar com frequência, sempre pegando a estrada de carro?</div><div>Então, é importante ter um seguro veicular.</div><div>A maioria das coberturas de seguro, mesmo as mais simples, possuem abrangência nacional.</div><div>Isso quer dizer que, não importa para onde você vai, se qualquer problema acontecer com seu carro, você estará protegido.</div><div><br></div><h6 class="imHeading6">8. Custo-benefício do seguro de carro</h6><div>Se você leu este texto até aqui, já deve ter percebido que contratar um seguro auto tem ótimo custo-benefício.</div><div>Mas vale a pena ressaltarmos esse aspecto.</div><div>Quando o consumidor não tem seguro e sofre um sinistro, precisa arcar com todos os prejuízos sozinho.</div><div>Os gastos podem ser altos, dependendo da gravidade dos danos.</div><div>O custo será ainda maior se for preciso quitar o conserto do carro do terceiro envolvido em um acidente com você.</div><div>Um seguro de carro custa por volta de R$ 2 mil.</div><div><span class="fs12lh1-5">Esse valor pode variar, dependendo do modelo do veículo, perfil do motorista, coberturas contratadas e outros valores.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Pode parecer um alto custo, mas ele é bem menor do que o prejuízo em caso de sinistros.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Então, vale muito a pena pagar as parcelas em vez de ter custos depois.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Um custo-benefício interessante, já que, caso você tenha seguro, a seguradora vai pagar todo o necessário relacionado ao sinistro.</span><br></div><div><br></div><h6 class="imHeading6">9. Proteção para tudo que você precisar</h6><div>Em geral, as seguradoras permitem que o usuário personalize seu seguro.</div><div><span class="fs12lh1-5">Ou seja, ele pode contratar as coberturas que mais achar interessante para o seu carro e perfil.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Isso significa que, com coberturas adicionais, você pode deixar o seu veículo o mais protegido possível.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Inclusive considerando as peculiaridades do seu dia a dia.</span><br></div><div><b class="fs12lh1-5">Trabalha como Uber?</b><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Então, você vai precisar de cobertura para seus passageiros e outros diferenciais.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">As seguradoras permitem isso.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Na hora de contratar seu seguro para carro, só não se esqueça que o número de coberturas influencia diretamente no custo do seguro.</span><br></div><div><b class="fs12lh1-5">Por isso, contrate apenas o que fizer sentido ao seu caso.</b><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Não vale a pena, por exemplo, contratar uma cobertura contra inundações, se sua cidade não sofre com o problema.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Seria um gasto desnecessário.</span><br></div><div><br></div><h6 class="imHeading6">10. Segurança financeira proporcionada pelo seguro</h6><div>Sem dúvida, a segurança financeira proporcionada pelo seguro é outro motivo importante para ter um seguro para carro.</div><div><span class="fs12lh1-5">O custo de um seguro é predeterminado.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Fora o valor do prêmio (o que você paga pelo seguro), haverá apenas a franquia em caso de sinistro parcial.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Isso significa que é possível organizar a finança e planejar seus gastos.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Inclusive guardando uma quantia no banco, como uma franquia de emergência.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Será bem mais tranquilo à sua vida financeira do que, após um sinistro, ter que consertar seu carro, o de outro indivíduo, ou mesmo comprar um novo veículo.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Despesas de última hora, imprevistas, são perigosas para a saúde financeira de qualquer pessoa.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Delas até o acúmulo de dívidas é um pulo.</span><br></div><div><br></div><h6 class="imHeading6">11. Reparo mais barato do carro</h6><div>Como explicamos antes, após um sinistro parcial, você precisará pagar a franquia do seguro.</div><div><span class="fs12lh1-5">É por meio da franquia que segurado e seguradora dividem os custos do sinistro.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Imagine que seu carro sofra uma batida.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Seu conserto terá custo de R$ 1 mil, e o valor da sua franquia (fixo, determinado em contrato) é de R$ 300.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Isso significa que você vai pagar R$ 300 à oficina, e a seguradora vai quitar os R$ 700 restantes.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Bem melhor do que se você tivesse que pagar os R$ 1 mil sozinho, certo?</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Então, o reparo de um carro segurado será mais barato do que aquele que não é protegido por nenhuma apólice.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Outro fator que contribui para um custo menor é que, geralmente, as seguradoras têm oficinas mecânicas credenciadas.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Essas oficinas costumam cobrar valores mais em conta, ou ao menos oferecem condições diferenciadas de pagamento.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5">Mais uma facilidade garantida pelo seguro do auto.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Esses são apenas 11 dos muitos motivos que mostram como é importante ter um seguro de carro.<br></b></span></div><div><span class="fs12lh1-5"><b>Se você ainda tem dúvidas, nos procure, certamente teremos mais bons motivos para lhe apresentar.</b></span></div></div>]]></description>
			<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 19:17:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[Disponibilidade: Importância de um Corretor]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=Susep"><![CDATA[Susep]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000A"><h6 class="imHeading6">Disponibilidade</h6><div class="mb1">Hoje em dia, com o auxílio da internet é bem mais fácil contratar um seguro. Por conta disso, as pessoas acabam deixando os profissionais um pouco de lado e sempre fazem tudo sozinhas. A importância do corretor de seguros nesse mercado ainda é algo “inacabável”.</div><div>As orientações em relação aos produtos que estão sendo cotados e todas as suas características só podem ser apresentadas por um especialista no assunto. Ou seja, o corretor de seguros sempre tem que estar ali para explicar da melhor forma tudo sobre o produto e como ele irá sanar as suas dores</div><h6 class="imHeading6">A importância do corretor de seguros</h6><div class="mb1">O papel do corretor de seguros é bastante relevante uma vez que, sempre que houver a necessidade de se adquirir proteção, seja para pessoas físicas ou jurídicas, é fundamental contar com a ajuda deste profissional.</div><div class="mb1">O corretor de seguros atua como um conselheiro, trabalhando de forma independente onde o seu maior papel é atender as necessidades do cliente. Com a sua capacidade analítica na questão dos riscos e uma visão panorâmica do mercado, ele oferece o que mais combina com o que o cliente precisa, no primeiro contato que ele tem.</div><div class="mb1">O seu trabalho se torna fundamental justamente por isso, sem ele, a pessoa corre o risco de contratar um seguro que não atende totalmente às suas expectativas. Ou seja, ela corre o risco de assinar um contrato online e ficar refém de algo que pode lhe prejudicar financeiramente.</div><div class="mb1">Enfim, a importância do corretor de seguros é justamente para manter o mercado em ordem oferecendo produtos que façam sentido para as necessidades do cliente. Eles são facilitadores na conexão entre segurado e seguradora, cuidado para que ambas as partes não sejam prejudicadas e atinjam os seus objetivos principais.</div><div class="mb1">Sabemos a importância do corretor de seguros para o mercado e, através de nossa atuação profissional, facilitamos o seu dia a dia para que ele possa oferecer sempre o melhor aos seus clientes. Por isso, somos o parceiro ideal para auxiliar na sua proteção.</div><div class="mb1">Qual seguro gostaria de cotar e/ou contratar hoje?</div></div>]]></description>
			<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 19:37:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[Seguradora não pode cancelar plano de saúde sem notificação prévia, decide TJDFT]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=Susep"><![CDATA[Susep]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_000000008"><div class="mb1">A 7ª Turma Cível do <b><span class="cf1">Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios</span></b> (TJDFT) determinou, por unanimidade, que a Sul América Serviços de Saúde S/A mantenha o benefício de clientes que tiveram o plano de saúde cancelado por inadimplência da empresa mediadora. O relator, desembargador Fabrício Fontoura Bezerra, entendeu que a seguradora deveria ter avisado sobre o cancelamento também aos clientes finais do plano de saúde coletivo. A manutenção do plano de saúde dos autores foi determinada, pelo prazo de pelo menos 12 meses, podendo ser cancelado em caso de inadimplência, desde que sejam cumpridas as formalidades legais (prévia notificação).</div><div class="mb1">No processo, os clientes afirmam que possuem o plano de saúde na modalidade coletiva e que estão em dia com a mensalidade. Eles alegam que, diversas vezes, tiveram o atendimento negado e suspenso com a justificativa de falta de pagamento.</div><div class="mb1">Ao questionarem o plano de saúde, foram informados que a empresa que faz a mediação entre a seguradora e os usuários do plano coletivo não havia feito o pagamento e que o benefício de todos os clientes, mesmo os adimplentes, foi suspenso. Eles sustentam que receberam um áudio no WhatsApp informando sobre o cancelamento e entraram com a ação solicitando a continuação da prestação de serviços.</div><div><div class="mb1">O plano de saúde, em sua defesa, alega que não aconteceu falha na prestação dos serviços. Sustenta que o contrato foi firmado com a empresa mediadora e que os comprovantes de pagamento apresentados pelos clientes não poderiam ser reconhecidos já que os boletos não possuíam como beneficiária a seguradora.</div><div class="mb1">A Sul América também afirma que comunicou a empresa de mediação sobre o cancelamento do seguro e lhe atribuiu a responsabilidade por informar os clientes finais. Acrescenta que não comercializa plano de saúde individual, não havendo como ser imposta a obrigação de promover a migração dos autores para plano individual ou familiar.</div><div>O desembargador observou que os planos de saúde coletivos podem suspender o atendimento, por falta de pagamento, “desde que o descumprimento da obrigação seja superior a 60 dias, consecutivos ou não, e o consumidor seja comprovadamente notificado até o quinquagésimo dia de inadimplência, conforme estabelece o artigo 13, parágrafo único, II, da Lei nº 9.656/98”, diz.</div><div class="mb1">Bezerra entendeu que “embora se trate do exercício de direito protestativo, a ausência de notificação prévia do segurado viola os princípios da boa-fé objetiva (artigo 4º, III do CDC), da transparência (artigo 6º, III do CDC) e da função social do contrato, pois priva o consumidor de tomar conhecimento do fim da cobertura e o impossibilita de adotar medidas para evitar as consequências do inadimplemento. Destarte, a prévia notificação do segurado é condição <em>sine qua non</em> para a resilição unilateral do contrato”.</div><div class="mb1">O desembargador também destacou que não foi comprovado que a seguradora informou à empresa mediadora e aos beneficiários sobre o cancelamento. Como a Sul América não oferece planos individuais ou familiares, Bezerra determinou que seja fornecido aos clientes o plano de saúde coletivo nas mesmas condições pactuadas pelo período mínimo de 12 meses, podendo ser cancelado após o término do prazo, ou em caso de inadimplência, desde que cumpridas as formalidades legais.</div><div>Procurada, a Sul América Serviços de Saúde S/A informou que não comenta processos em andamento.</div><div>O processo tramita com o número 0700360-18.2020.8.07.0002.</div></div> </div>]]></description>
			<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 14:05:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[Como a Justiça tem decidido ações de vítimas de golpes com dados hospitalares]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=Golpes"><![CDATA[Golpes]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_000000007"><div class="mb1">Às 20h do dia 16 de junho de 2020, Juliane (nome fictício) recebeu um telefonema de seu marido que havia sido internado no Hospital Nipo-Brasileiro, com suspeita de Covid-19. Ele informou que havia sido atendido por um médico chamado Rafael, que em breve entraria em contato com ela. Passados quinze minutos, o médico telefonou e informou que o estado de saúde do marido, que estaria com suspeita de início de leucemia, era extremamente grave e que ele precisaria fazer exames com equipamentos que o hospital não dispunha. Para isso, seria necessário o depósito de R$4,9 mil para locomoção dos aparelhos, realização dos exames e medicamentos. Depois que a transferência foi feita, no dia seguinte, foram solicitados mais R$ 3,5 mil para uma complementação da medicação.</div><div class="mb1">Sabendo que a doença poderia potencializar os efeitos letais da Covid-19, ela depositou o dinheiro pela segunda vez conta do médico. No entanto, horas depois descobriu ter sido vítima de um golpe. Não existia nenhum Dr. Rafael ou leucemia. As informações pessoais de seu marido foram usadas por um golpista para tirar vantagem dela em um momento de vulnerabilidade. Além do prejuízo financeiro, a vítima ainda acabou sofrendo com a perda do companheiro devido a complicações da Covid-19.</div><div class="mb1">Após o episódio, a mulher processou o hospital requerendo danos materiais e morais pelo vazamento de informações pessoais, pois seria impossível que um golpista aleatoriamente entrasse em contato com ela dando informações tão precisas sobre seu marido.</div><div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">No entanto, tanto na primeira quanto na segunda instâncias, o entendimento foi o de que a culpa por ter caído no golpe foi exclusivamente da vítima. O desembargador Ruy Coppola, da 32ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"><b>TJSP</b></span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">), considerou que o hospital tomou todas as providências que lhe cabia, no sentido de orientá-la sobre atitudes de estelionatários.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">“Houve advertência expressa quanto à vedação de pedidos ou oferecimento de qualquer serviço ou medicamento. Não bastasse essa informação direta, inúmeros</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">avisos estão espalhados pelo nosocômio, no mesmo sentido, sobre a prática delituosa. Assim sendo, se o fato ocorreu, se deu por culpa exclusiva do consumidor”, apontou o juiz na sentença.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">O magistrado ainda citou a decisão de primeiro grau onde foi dito que o hospital demonstrou através de uma grande quantidade de documentos que todos os atos</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">praticados durante a internação do marido da autora foram devidamente assinados e reconhecidos, não existindo nenhuma conduta ilícita pela parte ré. Sendo assim, o pedido de indenização por danos morais seria improcedente, já que não houve conduta ilícita. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Esse caso é um dos oito processos levantados pela reportagem </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">envolvendo golpes aplicados com o uso de dados pessoais de pacientes internados em hospitais. Do total de acórdãos a que a reportagem teve acesso, em apenas três as vítimas tiveram sucesso nos pedidos de indenização. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Há registro de processos movidos após tentativas de golpe em São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraíba e Distrito Federal. A conduta dos golpistas é sempre a mesma: se passam por médico do hospital em que o familiar está internado e afirmam que o paciente precisa de medicamentos, exames ou procedimento cirúrgico não cobertos pelo plano de saúde. Sendo assim, é necessário o depósito da quantia em dinheiro na conta do profissional com urgência. </span></div><div><span class="fsNaNlh1-5 ff1">O contato é feito geralmente por telefone e WhatsApp e durante a conversa são mencionados vários dados pessoais da pessoa internada. O nível de detalhamento do quadro do paciente é o que costuma enganar os familiares. </span></div><h6 class="imHeading6">Posição dos tribunais nos pedidos de indenização por golpes</h6><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">O tema tem sido decidido de formas divergentes nos tribunais de justiça do país. No TJSP, por exemplo, existe uma tendência de a culpa ser atribuída exclusivamente à vítima. Dos cinco casos encontrados na busca feita</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">, em todos os apelantes não foram atendidos.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Os argumentos mais comuns contra os pedidos de indenização pelos golpes em hospitais são alegações de que os estabelecimentos adotam práticas para alertar os consumidores sobre ocorrências anteriores, além de não existir comprovação de</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">falha da instituição quanto ao dever de proteger os dados pessoais dos pacientes.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Já nos tribunais de Minas (TJMG), Paraíba (TJPB) e do Distrito Federal (TJDFT), os processos encontrados mostram que as vítimas conseguiram ter o valor do golpe ressarcido e ainda receberam uma indenização por danos morais.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Ao decidir, os magistrados fundamentam que o</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">vazamento de informações sigilosas e a indevida utilização desses dados por terceiros é de responsabilidade do hospital e que a falha na proteção</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">dos dados pessoais pela entidade causa prejuízo ao consumidor. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Um caso de Minas Gerais é um exemplo desse entendimento. A desembargadora Mariangela Meyer, da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), votou para conceder a indenização por danos materiais e morais pedida pelo irmão de uma paciente internada no hospital Lifecenter, que sofreu o golpe por telefone e depositou R$3,8 mil na conta do estelionatário. Foi estabelecido o valor de R$3,8 mil para ressarcir os danos materiais e R$5 mil a título de danos morais. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">A magistrada entendeu que</span> <span class="fsNaNlh1-5 ff1">a responsabilidade do hospital era evidente, uma vez que ele é detentor de informações privilegiadas de pacientes e falhou na guarda dos dados relativos ao prontuário da enferma, causando prejuízo ao consumidor. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Para fundamentar a decisão, a magistrada declarou que o fornecedor de produtos e serviços responde objetivamente pelos danos decorrentes da falha no serviço, devendo ressarcir o ofendido, nos termos do art. 14 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">O advogado Marcelo Cárgano, especialista em proteção de dados da Abe Advogados, explica que</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">o hospital tem responsabilidade, assim como qualquer empresa, com os dados pessoais dos clientes e que a relação estabelecida entre um hospital e um paciente, de maneira geral, é a responsabilidade de consumo. “Isso quer dizer que tudo o que está previsto tanto na Lei Geral de Proteção de Dados (</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"><b>LGPD</b></span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">) como no Código de Defesa do Consumidor, se aplica a essa relação. &nbsp;Além disso, ela tem alguns contornos adicionais específicos pela natureza dos dados pessoais tratados”, destaca.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Segundo Cárgano, um hospital geralmente tem acesso a dados pessoais de natureza mais íntima, considerados dados sensíveis, e o vazamento dessas informações tem um impacto muito maior do que na maioria das empresas. </span></div><div><span class="fsNaNlh1-5 ff1">De acordo com a LGPD, os dados sensíveis</span> <span class="fsNaNlh1-5 ff1">são os que revelam, entre outras coisas, questões genéticas, biométricas e de saúde.</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">A advogada Patrícia Rodrigues, sócia na área de Direito Digital e Proteção de Dados da Daniel Advogados, detalha que os dados de saúde são considerados sensíveis porque por meio deles é possível inferir informações que vão muito além de dados cadastrais. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">“São informações que podem causar um tipo de discriminação ou preconceito e se não utilizadas de forma correta e devida, inclusive, podem gerar um dano à personalidade da pessoa que está tendo a informação vazada”, afirma ela.</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span></div><div><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Para a advogada, tendo em vista a natureza de prestação de serviço de um hospital, existe a responsabilidade com a segurança das informações, mas além disso, os médicos e profissionais da saúde têm o dever de sigilo. “Quando o hospital tem um cuidado mínimo com a segurança e com a conscientização das pessoas que lidam com esses dados, os riscos de vazamento acabam diminuindo. Mas existe risco e, de fato, a instituição tem responsabilidade e essa questão foi reforçada pela LGPD”, afirma Rodrigues.</span></div><h6 class="imHeading6">A culpa é de quem?</h6><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Os advogados consultados pela reportagem afirmam que é preciso analisar caso a caso para entender se a alegação de que foi o estabelecimento de saúde que vazou os dados para o golpista pode ser comprovada e é verossímil.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">“A maior discussão nos tribunais é se a vítima tem condições de comprovar que existe essa relação entre a falta de cuidado do hospital em manter as informações protegidas e o golpe sofrido. A depender do tipo de informação, nem sempre é possível estabelecer essa relação de que foi do hospital que partiu a vulnerabilidade da qual os fraudadores se aproveitaram para praticar o golpe”, detalha Rodrigues.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Ela comenta que muitas vezes os próprios pacientes e familiares acabam expondo informações que são dados pessoais por meio de postagem nas redes sociais com a localização do hospital. “O comportamento da vítima para fins de indenização também é relevante”, diz.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Em relação aos danos morais decorrentes do vazamento de dados, Cárgano esclarece que a questão ainda não está pacificada dentro do ordenamento jurídico brasileiro, por ser uma questão nova.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">“Há várias decisões que entendem que o vazamento de dados pessoais por si só é suficiente para causar um dano à pessoa e sua integridade psíquica, e isso causaria a responsabilidade para a indenização por dano moral. Em outras decisões é entendido que não, que você tem que ter a comprovação do dano, ou seja, a pessoa teria que ter sofrido um golpe ou fraude para ser indenizada”, afirma. </span></div><div><span class="fsNaNlh1-5 ff1">O advogado acrescenta que há tribunais que entendem que o sofrimento psicológico causado às vítimas de golpes com dados médicos vazados ensejaria dano moral, além do dano material, pois “só houve o golpe porque houve vazamento”.</span></div><h6 class="imHeading6">LGPD e os hospitais</h6><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">A LGPD foi criada para que as pessoas tenham consciência das informações que estão sendo utilizadas pelas instituições e também para que o tratamento desses dados seja feito de forma correta e concisa, com a padronização de regulamentos e práticas.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">O presidente da Federação Brasileira dos Hospitais (FBH), Adelvânio Francisco Morato, afirma que no ambiente hospitalar os dados pessoais recebem um tratamento peculiar</span> <span class="fsNaNlh1-5 ff1">por serem classificados como dados sensíveis, exigindo o consentimento explícito dos pacientes – salvo em hipóteses excepcionais que os dispensem, como em casos de preservação da vida ou da integridade física.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">“A organização hospitalar é encarregada de fornecer uma interface para que o indivíduo possa autorizar, bloquear ou revogar o consentimento para &nbsp;o tratamento de dados pessoais a qualquer momento. No mais, é obrigatório que haja, à disposição dos pacientes, uma maneira fácil de revogar o seu consentimento, ainda que a instituição tenha um controle e um armazenamento de documentos relativos a ele (digitais ou físicos)”, elucida Morato. </span></div><div><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Ele destaca ainda que além de armazenar e cuidar dos dados dos pacientes, é dever da instituição informar ao público a razão que justifica a coleta de seus dados. </span></div><h6 class="imHeading6">Medidas de segurança</h6><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Muitos hospitais e clínicas já adotam práticas para alertar os clientes sobre tentativas de golpes. Em algumas unidades, avisos pelos corredores advertem sobre a prática criminosa e, no ato da internação, o paciente e os familiares assinam um termo de consentimento que explica sobre a possibilidade de fraude por terceiros e esclarece que a instituição não realiza contato para depósitos bancários. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Cárgano comenta que essas são boas práticas para minimizar a possibilidade de um dano, porém isso não isenta a responsabilidade das instituições. “Um hospital que toma medidas proativas para avisar os pacientes pode impedir o golpe, mas isso não muda o fato de que, se houve um vazamento de dados, o hospital é responsável por isso”, conclui Cárgano.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Questionada sobre a adoção de</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">protocolos de segurança para diminuir a incidência de vazamentos e golpes, a</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">FBH afirma que lançou, em 2019, um guia para auxiliar as gestões hospitalares na implementação da LGPD. </span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Segundo o presidente da entidade, neste guia os estabelecimentos são orientados a seguirem diversos passos, entre eles: elaborar um programa de &nbsp;governança em proteção de dados pessoais, disseminar a cultura e os valores sobre o tratamento adequado junto a colaboradores; estruturar um comitê gestor de LGPD; e mapear o caminho percorrido pelos dados dentro dos hospitais, desde a sua coleta até o seu descarte.</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">O presidente da FBH também pontua que para aumentar a segurança dos dados eles recomendam o uso de tecnologias que codifiquem as informações. </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">“Uma alternativa viável, que exclui a possibilidade de acesso indevido dos dados, é a criptografia. Ela, além de ser evidentemente mais segura, impede, em caso de &nbsp;vazamento, que os dados consigam ser interpretados, evitando que mesmo profissionais com acesso privilegiado alcancem o conteúdo. &nbsp;Aliás, é bastante recomendado que a instituição invista em equipamentos com bases de proteção atualizadas constantemente, com especial importância em um ambiente crítico como o hospital”, conclui.</span></div><div class="mb1">Os casos citados na reportagem, na sequência, são os de número <span class="fsNaNlh1-5 ff1">1025481-47.2020.8.26.0001 (TJSP) e</span><span class="fsNaNlh1-5 ff1"> </span><span class="fsNaNlh1-5 ff1">1.0000.20.530514-7/001 (TJMG).</span></div><div class="mb1"><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Procurado, o Hospital Nipo-Brasileiro afirmou que o caso “foi julgado totalmente improcedente”.</span></div><div><span class="fsNaNlh1-5 ff1">Procurada, a NotreDame Intermédica, que administra o hospital Lifecenter informou que “a situação ocorreu no hospital antes da aquisição do mesmo (sic) pela operadora de saúde. Além disso, o caso foi resolvido junto à família e encontra-se arquivado. Para evitar fraudes, a empresa conta com informações em seus canais oficiais, onde os clientes encontram esclarecimentos, notícias e comunicados sobre seu plano”.</span></div></div><div><br></div><div><span class="fsNaNlh1-5 ff1"><br></span></div></div>]]></description>
			<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 13:52:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[Setor pede, e ANS estuda mudar regras de reajuste de planos de saúde]]></title>
			<author><![CDATA[Pagotto & Meiado]]></author>
			<category domain="https://pagottoemeiado.com.br/blog/index.php?category=ANS"><![CDATA[ANS]]></category>
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			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_000000006"><div class="mb1">Diante dos resultados ruins dos últimos 15 meses, empresários do setor de saúde suplementar voltam a defender mudanças na política de reajuste das mensalidades de planos. A ideia é que o indicador deixe de ser único e passe a ser calculado por operadoras. Presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello, disse estar aberto a essa discussão. “Algumas operadoras são mais eficientes, outras menos, o que acaba gerando uma distorção na aplicação dos porcentuais”, afirmaram.</div> &nbsp;<div class="mb1">O presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Renato Casarotti, avalia que o teto único pode gerar desvios. “Para alguns, ele pode trazer um reajuste maior do que o que é de fato necessário. E o inverso também ocorre”. Casarotti observa que uma análise de forma segmentada pode trazer benefícios para todos, tanto operadoras quanto clientes.</div> &nbsp;<div>São vários os modelos possíveis. Aumentos por operadora, aumentos por região do país, por linha de produto. Neste momento, Casarotti diz ser favorável ao modelo mais simples, direcionado por operadora. “Isso já fará diferença. O reajuste será mais compatível com a necessidade da carteira. E traz uma dinâmica interessante, que é a possibilidade do retorno da venda de contratos individuais.”</div> &nbsp;<h6 class="imHeading6">Contrapartida para retorno de planos individuais</h6> &nbsp;<div class="mb1">Para representantes de associações ligadas às empresas de saúde suplementar, a mudança poderia ser um passo para ampliar a oferta de contratos individuais de planos. Desde a lei que regulamenta o setor, entrou em vigor, houve uma nítida redução do setor de planos individuais. E uma das razões para isso é, justamente, a forma de cálculo do reajuste da mensalidade, controlado pela ANS.</div> &nbsp;<div class="mb1">Presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar, Manoel Antonio Peres, chegou a sugerir, durante o Congresso da Abramge, a possibilidade da rescisão unilateral dos contratos individuais. Rebello, no entanto, descartou essa possibilidade, por considerar que a garantia é essencial para os clientes. A eventual rescisão, argumentou, poderia deixar beneficiários dos contratos descobertos justamente no momento de maior necessidade. “Nenhum apetite para discutir esse tema”, disse Rebello.</div> &nbsp;<div class="mb1">Outro ponto sugerido foi a revisão técnica, mecanismo usado para reequilíbrio das contas das operadoras quando há um descompasso entre mensalidades e as despesas assistenciais. Essa ferramenta teve seu uso suspenso em 2015, mas o presidente da ANS disse estar disposto a reavaliar a decisão. “Não adianta insistir numa situação, de forma a penalizar a operadora. Se há desequilíbrio, o ideal é corrigi-lo, por mais que isso possa, no primeiro momento, ser sofrido para o consumidor.”</div> &nbsp;<div class="mb1">Rebello afirmou, no entanto, que tanto a retomada da revisão técnica quanto a mudança na regra de reajuste estariam condicionadas a um compromisso de operadoras ampliarem a oferta de planos de saúde individuais.</div> &nbsp;<div>Casarotti afirmou que uma política para impulsionar a oferta de planos individuais, desde que associada a ajustes em algumas regras, poderia trazer um respiro ao setor. “Hoje o mercado é muito dependente do vínculo empregatício”, observou</div> &nbsp;<h6 class="imHeading6">Crescem reclamações por reajuste em agosto</h6> &nbsp;<div class="mb1">À frente da diretoria de fiscalização da ANS, Eliane Medeiros está convicta da necessidade de ampliar o diálogo com o Judiciário.</div> &nbsp;<div class="mb1">Em meio à perspectiva de ampliação da judicialização, sobretudo com a discussão em torno da Lei do Rol, Medeiros disse, em entrevista, ser fundamental promover a troca de informações.</div> &nbsp;<div class="mb1">Foi justamente num encontro promovido que diretores ouviram o recado de que a aplicação da Lei do Rol seria feita de forma cuidadosa, respeitando o princípio da deferência e, portanto, dando prioridade à avaliação da ANS sobre o tema.</div> &nbsp;<div class="mb1">Medeiros afirmou que a ANS registrou um aumento das reclamações relacionadas à cobertura assistencial após o período mais crítico da pandemia.</div> &nbsp;<div class="mb1">Em 2019, a proporção de demandas assistenciais era de 69,5%, em relação ao total de demandas. Este ano, até 31 de agosto, o porcentual havia alcançado 79,8% das queixas. O número de investigações, no entanto, está estável. Um indicativo de que a mediação foi bem-sucedida.</div> &nbsp;<div>A diretora informou ainda que em agosto as reclamações recebidas na ANS sobre reajuste de plano apresentaram crescimento. Em janeiro, foram 2.491 reclamações, ante 3.228 em agosto.</div></div>]]></description>
			<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 13:36:00 GMT</pubDate>
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